segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Realidade

Pesadelos são escolhas próprias
De crianças que se deixam iludir
Pela pureza da alma de uma pessoa
Que jamais veio a existir

Aquela que brinca com fogo
Um dia há de se queimar
Quem se aproveita da fragilidade alheia
No inferno terá um débito a pagar

Com a inocência de uma boa alma
Jamais se deve brincar
Pois o ódio atinge proporções
Que nem Deus poderá parar

Peço pela justiça divina
Pois só assim eu me impedirei
De fazer bobagem maior
Que só ao meu coração direi

Meu ódio, guardarei comigo
Minha vingança vou esperar
Pois a amargura da inocência perdida
Jamais poderá se apagar

De tudo uma lição aprendi
Até um tolo demônio
Pode se deixar iludir
Por uma chance de amar
E a redenção encontrar

Aos quatro ventos eu vou proclamar
A justiça vai encontrar
Quem um dia ousou profanar
A pureza da idéia de amar

E ousou chamar egoísmo de amor
E viveu profanando com palavras
Trazendo apenas sofrimento e dor
Para quem o puro amor esperava

Um coração ferido
Com o tempo cicatrizará
Mas um espírito traído
De sua vergonha jamais se esquecerá

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Quem dera existisse alguém capaz de não comprometer seu proprio amor.

Quem dera existisse alguém q realmente sentisse a dor.

Quem dera pessoas vivas fossem reais, capaz de não enganar a si mesmo, e lutar pela sua paz.


Gosto de seus versos inversos rsrsrsr

11:16 PM  

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